
Começa nesta quarta-feira (1) a segunda etapa da campanha de vacinação contra a Brucelose no estado de São Paulo. A Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) reforça que durante a etapa, que vai até 31 de dezembro, devem ser imunizadas as bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade.
O calendário de vacinação é estipulado pela Resolução SAA nº 78/24 e pelas Portarias 33/24 e 34/24.
Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.
A relação dos médicos veterinários cadastrados na Defesa Agropecuária para realizar a vacinação em diversos municípios do estado de São Paulo está disponível em https://www.defesa.agricultura.sp.gov.br/credenciados/ .
LEIA TAMBÉM: Governo de SP ultrapassa 6,3 mil títulos rurais com nova entrega para produtores do oeste paulista
Além dos prazos, outra mudança preconizada pela Resolução e pelas portarias mencionadas, trata da entrega da declaração da vacinação. A partir de agora, o médico veterinário responsável pela imunização, ao cadastrar o atestado de vacinação no sistema informatizado de gestão de defesa animal e vegetal (Gedave) em um prazo máximo de quatro dias a contar da data da vacinação e dentro do período correspondente à vacinação, validará a imunização dos animais. Em casos em que o saldo do rebanho esteja atualizado, o sistema fará a declaração automática.
A exceção acontecerá quando houver casos de divergências entre o número de animais vacinados e o saldo do rebanho declarado pelo produtor no sistema GEDAVE.
Em caso de incongruências, o médico-veterinário e o produtor serão notificados das pendências por meio de mensagem eletrônica, enviada ao e-mail cadastrado junto ao GEDAVE. Neste caso, o proprietário deverá regularizar a pendência para a efetivação da declaração.
Está em vigor desde outubro de 2024 no estado de São Paulo o modelo alternativo de identificação – o primeiro do país aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) – de vacinação contra a Brucelose. Trata-se da utilização de bottons auriculares, uma alternativa não obrigatória à marcação a fogo que além do bem-estar animal, estimula a produtividade e a qualidade do manejo, além de aumentar a segurança do produtor e do veterinário responsável pela aplicação do imunizante.
LEIA TAMBÉM: Regularização ambiental avança no campo paulista e impulsiona produção sustentável
De acordo com as portarias, em São Paulo fica estabelecido o botton amarelo para a identificação dos animais vacinados com a vacina B19 e o botton azul passa a identificar as fêmeas vacinadas com a vacina RB 51. Anteriormente, a identificação era feita com marcação à fogo indicando o algarismo do ano corrente ou a marca em “V”, a depender da vacina utilizada.
Para o caso de perda, dano ou qualquer alteração que prejudique a identificação, deverá ser solicitada nova aplicação que deverá ser feita ao médico-veterinário responsável pela aplicação ou ainda, para a Defesa Agropecuária.
Havendo a impossibilidade da aquisição do botton, o animal deverá ser identificado conforme as normativas vigentes do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT).
A Defesa Agropecuária informa ainda que o uso do botton só é válido dentro do estado de São Paulo, não sendo permitido o trânsito de animais identificados de forma alternativa para demais estados da Federação.
São Paulo Veja roteiro cultural da Agenda Viva SP para julho
São Paulo Conjunto de obras do Governo de SP abre nova fase para a mobilidade no litoral paulista
São Paulo Dupla é presa em central de golpes contra beneficiários do INSS na Zona Leste de São Paulo
São Paulo Unesp cria programa de pós-graduação em Engenharia Aeronáutica
São Paulo Tecnologia e fornecimento de energia reforçam atuação da Defesa Civil de São Paulo na missão humanitária na Venezuela