
A delegação brasileira iniciou o embarque para os Jogos Parasul-Americanos nesta segunda-feira (29) com 292 atletas, 44 deles representantes do Time São Paulo. Os convocados viajaram para Valledupar, na Colômbia, divididos por modalidade, chegando à cidade-sede do evento entre 29 de junho e 10 de julho.
Eles estarão em ação no atletismo, ciclismo, halterofilismo, natação, parabadminton, tênis de mesa e vôlei sentado. Além dessas modalidades, a competição também contempla basquete em cadeira de rodas, bocha, futebol de cegos, goalball, tênis em cadeira de rodas e tiro com arco.
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A competição acontece de 5 a 16 de julho, reunindo.1 100 atletas de 12 países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Ao todo, o Brasil terá 292 atletas.
“Os Jogos Parasul-americanos são o primeiro grande evento paralímpico multiesportivo com a participação do país desde a campanha histórica nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, ocasião em que o país alcançou pela primeira vez o top-5 no quadro de medalhas. Ficaremos na torcida para que o Brasil faça valer sua atual hegemonia no paradesporto continental, com a maioria das medalhas de ouro conquistadas por atletas do Time São Paulo”, projetou Marcos da Costa, secretário Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Essa será a segunda edição dos Jogos Parasul-Americanos. A primeira aconteceu em 2014, na cidade de Santiago, no Chile, envolvendo 580 atletas de oito países diferentes, que competiram em seis modalidades. Na ocasião, o Brasil ficou em segundo lugar na classificação geral do evento, com duas medalhas de ouro a menos que a Argentina.
Muitos dos convocados que representam o Time São Paulo estão iniciando sua jornada no paradesporto internacional, mas outros já têm o currículo recheado de grandes conquistas pelo mundo.
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No atletismo, destaque para Alan Fontelles, dono de cinco medalhas paralímpicas, sendo duas de ouro.
No ciclismo, a campeã mundial Sabrina Custódia e Jerusa Geber, referência no atletismo com seis medalhas em Paralimpíadas, que agora incorporou outra modalidade à sua rotina, juntas têm muito o que ensinar aos mais jovens.
Já no halterofilismo, Mariana D’Andrea estará novamente em ação no ciclo em que busca o tão sonhado tricampeonato paralímpico. E no tênis de mesa, as medalhistas paralímpicas Cátia Oliveira e Joyce de Oliveira, que na última semana subiram ao pódio na etapa de Pequim da Copa do Mundo, também partem rumo à Colômbia.
Atletismo:
Badminton:
Ciclismo:
Halterofilismo:
Tênis de Mesa:
O Time São Paulo Paralímpico é um programa criado pela parceria entre o Governo do estado e o Comitê Paralímpico Brasileiro, para apoiar o desenvolvimento de atletas paralímpicos de alto rendimento, fortalecendo suas carreiras e aumentando as chances de conquistas nacionais e internacionais. O programa investe R$ 8,2 milhões em 157 atletas de 16 modalidades paralímpicas diferentes.
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