A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou, nesta quinta-feira (16), ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contra a aprovação tácita de atos governamentais que causam impacto ao meio ambiente e terras indígenas.
A manifestação foi anexada à ação protocolada em 2021 pela Rede Sustentabilidade. O partido contesta no Supremo normas do antigo comando do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que liberaram mineração na região conhecida como Cabeça do Cachorro, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. Uma resolução Agência Nacional de Mineração (ANM) que prevê autorização tácita para a atividade se o prazo de análise não for cumprido pelo órgão também é questionada.
No documento, o procurador-geral da República, Augusto Aras, disse que normas constitucionais e leis do setor determinam a proteção ambiental contra a exploração de atividades nocivas.
Dessa forma, Aras defendeu que a Corte explicite que atividades econômicas que degradam o meio ambiente não podem ser aprovadas de forma tácita. “Sugere-se a adoção de interpretação conforme a Constituição, de maneira a explicitar que nenhum ato que possa ter impacto sobre o meio ambiente ou terras indígenas haverá de ser objeto de aprovação tácita pelo poder público”, opinou Aras.
O processo é relatado pelo ministro Nunes Marques. Não há prazo para decisão.
Justiça Eleições 2026: termina prazo para apresentadores deixarem programas
Justiça Roubos de carga em São Paulo caem 37% em maio Justiça Começa em SP audiência de tenente-coronel acusado de feminicídio de PM A audiência foi virtual e ouviu duas testemunhas de acusação
Justiça STF forma maioria para liberar pagamento de penduricalhos retroativos Justiça Arquivos da Justiça guardam muitas histórias envolvendo o futebol Entre os destaques está o furto da Taça Jules Rimet da sede da CBF
Justiça Defesa de Bolsonaro pede a Moraes que prorrogue prisão domiciliar
Justiça Justiça afasta presidente do Vasco do Conselho de Administração da SAF