
Por causa de umas pequenas porções de drogas e dívida com o tráfico, uma mulher de 30 anos foi executada à queima roupa. O crime ocorreu em Mongaguá, litoral sul de São Paulo. O assassino fugiu, mas foi preso logo em seguida e autuado em flagrante. Ele confessou que a mulher tinha dívida com a "biqueira" (ponto de venda de droga) e que teria furtado porções. O rapaz era procurado.
O rapaz que atitou na cabeça e membros superires da mulher, disse que chegou com ela em um bar, no bairro Gleba Adolfo Berezim, em Mongaguá, onde discutiram sobre a suposta dúvida e o furto de drogas. Ele disparou contra a vítima na presença de várias testemunhas.
De acordo com a polícia, testemunhas informaram que o casal discutia em um carro, desceu do veículo e continuou o bate-boca até que o homem sacou a arma e efetuou os disparos na vítima, que caiu. Ele fugiu em seguida.
Assim que chegaram ao local do crime, os policiais militares apreenderam dois aparelhos celulares que estavam com a vítima, que chegou a ser hospitalizada.Ela não resistiu aos ferimentos e morreu.
PRISÃO - Com informações sobre as características do atirador e do veículo usado para a fuga, os militares realizaram uma ronda pela região até que encontraram o carro do suspeito na Avenida Tiradentes. Os policiais deram ordem de parada, que não foi acatada, o que motivou uma perseguição e prisão do homem.
Preso, o homem afirmou aos policiais ser o dono da droga e ter atirado contra a mulher que, segundo ele, tinha uma dívida de drogas e furtava entorpecentes de um ponto em que ele era responsável.
Ainda de acordo com o criminoso, a vítima teria se recusado a pagar, motivo pelo qual ele efetuou os disparos. A arma usada no crime foi dispensada em uma vala próxima a um brejo.
O criminoso foi reconhecido por testemunhas e a polícia, pesquisando antecedentes do homem, descobriu que ele era foragido da Justiça e já responde pelo crime de tráfico de drogas. Ele foi encaminhado à prisão, onde permanece à disposição da Justiça.
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