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Polícia ENTRADA FÁCIL

Assassino usa documento falso para entrar em prédio do Ministério Público e mata empresário

Com um tiro no peito, o jovem empresário Thiago, foi executado durante suposto roubo

02/02/2023 às 17h32 Atualizada em 02/02/2023 às 17h47
Por: Redaçâo Local
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À esquerda, o suspeito de matar o empresário Thiago Varvello Nasser, de apenas 24 anos/Foto:Reprodução redes sociais
À esquerda, o suspeito de matar o empresário Thiago Varvello Nasser, de apenas 24 anos/Foto:Reprodução redes sociais

O homem que matou um empresário e feriu outro, mesmo com documento falso, teve acesso ao 10º do prédio onde finciona a loja das vítimas. Ele foi  filmado pelas câmeras de monitoramento do local, onde também funciona a sede do Ministério Público do Trabalho (MPT),em Santos, no litoral sul  de São Paulo. O empresário tomou um tiro no peito e morreu na hora.O crime ocorreu nesta quarta,1.

As imagens obtidas pela Polícia, já nesta quinta,2, exibidas pela TV Tribuna, mostram o suspeito vestido de branco, com boné e máscara sendo liberado a entrar no Edifício Legacy Tower, na Avenida Conselheiro Nébias. 

Segundo as investigações, o criminoso informou por três vezes um número de CPF inválido, mas mesmo assim teria tido acesso ao andar onde ocorreu o crime. A mãe das vítimas, Patrícia Varvello Nasser, informou que o homem havia marcado horário para 'comprar' um IPhone 14.

Depois de ter entrado na loja dos irmãos,matado Thiago Varvello Nasser, de 24 anos, com um tiro no peito, e ferido o sócio, seu irmão, com um disparo na virilha, o suspeito voltou a ser filmado pelas câmeras de monitoramento, quando deixava o edifício, passando por baixo da catraca do ena recepção para fugir. Toda a ação durou menos de cinco minutos, com base no horário registrado pelo equipamento.

Patrícia criticou a recepção do edifício por ter autorizado a entrada do criminoso mesmo sem a documentação. "Eles tomam tiros, o meliante sai e ninguém faz absolutamente nada. O prédio continua funcionando como se nada tivesse acontecido. Se eu não grito, [se] meu marido não começa a quebrar as coisas, ia continuar vida normal".

 

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