Cabeça de chave do Grupo H, a seleção da Espanha chega como uma das favoritas ao título do Mundial, após tropeços nas últimas três edições. O elenco da Fúria reúne expoentes como o jovem atacante Lamine Yalmal (Barcelona), o meio-campista Rodri (Manchester City) e o zagueiro Cucurella (Chelsea). Também compõem a chave H o Uruguai, referência do futebol sul-americano, a Arábia Saudita e a seleção de Cabo Verde, uma das estreantes na Copa do Mundo, que começa na próxima quinta-feira (11), no Canadá, México e Estados Unidos.
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Campeã da Eurocopa 2024, após vitória sobre a Inglaterra, a Espanha vai buscar o tão sonhando bicampeonato mundial. Lá se vão 16 anos desde que a Fúria venceu a Copa da África do Sul. Desde então, os espanhóis têm enfileirado quedas precoces: pararam nas oitavas de final no Catar (2022) e na Rússia (2018). Na Copa do Mundo de 20214, disputada no Brasil, sucumbiram na fase de grupos.
Além do plantel qualificado, a seleção espanhola colhe bons resultados do trabalho do ex-jogador e técnico Luis De La Fuente, que assumiu o cargo há quase três anos e meio. Sob comando de Fuentes, a Furia sobrou nas eliminatórias europeias, com cinco vitórias em seis jogos e nenhuma derrota.
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Bicampeã mundial (1930 e 1950), a seleção do Uruguai é forte candidata a avançar ao mata-mata (fase anterior às oitavas de final) em segundo lugar no Grupo H. Sob comando do técnico argentino Marcelo Bielsa, a Celeste Olímpica quer superar o fiasco na última edição (Catar 2022), em que foi eliminada na fase de grupos.
Bielsa aposta na criatividade dos meio-campistas para avançar na competição. Dos 26 convocados,12 jogam na posição, entre eles Federico Valverde (Real Madrid), Rodrigo Bentancur (Tottenham Hotspur ), Manuel Ugarte (Manuel Ugarte) e Nicolás de la Cruz (Flamengo).
Embora convocados, Giorgian De Arrascaeta (Flamento) e Joaquín Piquerez (Palmeiras) seguem se recuperando de lesões graves e podem desfalcar o Uruguai nos primeiros jogos.
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Representante asiática, a seleção da Arábia Saudita completará sete participações em Mundiais nesta edição. O melhor desempenho dos Falcões Verdes foi na Copa de 1994, também nos Estados Unidos, quando chegaram às oitavas de final.
Na Copa do Catar, a Arábia Saudita surpreendeu o mundo ao vencer a Argentina de virada (2 a 1). Na ocasião, a equipe era comandada pelo técnico francês Hervé Renard, que permaneceu no cargo até abril deste ano, quando foi demitido. Quem assumiu o posto foi o treinador grego Georgios Donis.
O entrosamento pode contar a favor dos Falcões Verdes, já que a maioria dos convocados defende grandes clubes sauditas (Al-Hilal e Al-Nassr). É o caso do atacante Salem Al-Dawsari (Al-Hilal), de 34 anos, o camisa 10 da escrete saudita.
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Estreante em Copas do Mundo, a seleção de Cabo Verde chega credenciada após superar fortes adversários nas eliminatórias africana: derrotou a tradicional equipe de Camarões, que ficou de fora este ano. Responsável por garantir a vaga inédita na Copa para os Tubarões Azuis, o técnico Pedro Brito, o Bubista, foi eleito o melhor treinador da África na temporada passada.
Tidos como “azarões”, os Tubarões Azuis contam com jogadores que atuam no futebol português, e em ligas de menor projeção na Europa. O principal destaque do time é o atacante e capitão Ryan Mendes, que defende o Iğdır, time da segunda dividão da Liga Turca.
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