
O número de mortes nas enchentes em Minas Gerais subiu para 66, das quais 60 em Juiz de Fora e seis em Ubá, informou neste sábado (28) o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.
Três pessoas ainda seguem desaparecidas, sendo duas em Ubá e uma em Juiz de Fora, o menino Pietro, de 9 anos de idade.
Até a manhã deste sábado, havia 65 pessoas mortas, mas os Bombeiros encontraram o corpo de um homem não identificado em Juiz de Fora, no Bairro Linhares.
As chuvas causaram alagamentos e deslizamentos de terras e os bombeiros trabalham para buscar sobreviventes e para retirar os corpos em meio aos escombros.
Em Juiz de Fora, segundo a prefeitura, mais de 4,2 mil pessoas estão desabrigadas e desalojadas e foram registradas 2.149 ocorrências pela Defesa Civil desde segunda-feira (24). Em Ubá, são pelo menos 421 desabrigados e desalojados.
A prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, disse, na sexta-feira (27), que uma em cada quatro pessoas da cidade mora em área de risco e que é preciso fazer intervenções por todo o município para evitar novas tragédias.
Também na sexta-feira, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou o repasse de R$ 6,196 milhões para ações de resposta em sete municípios atingidos por desastres naturais em Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Sul.
Em Minas Gerais, os municípios de Ubá e Matias Barbosa, afetados pelas fortes chuvas desta semana, estão entre os contemplados.
São Sebastião - SP Fundo Social de São Sebastião segue com inscrições abertas para o Casamento Comunitário 2026
São Paulo Planeta Inseto mantém visitação em espaço temporário e prepara novo ‘Baratódromo’
São Paulo Governo de SP inaugura Hospital e Maternidade de Várzea Paulista com investimento de mais de R$ 66 milhões
São Paulo Museu da Casa Brasileira abre exposição ‘Sob a casa, outras casas’ na Residência Olivo Gomes, em São José dos Campos
São Paulo Governo de SP autoriza abertura de concurso para 4 mil vagas de aluno-soldado da Polícia Militar
São Paulo Pesquisa do Procon-SP mostra que quase 80% dos consumidores que compram medicamentos desconhecem teto de preços