
A Polícia Militar deflagrou nesta quinta-feira (3) uma operação para intensificar a segurança em corredores, garagens e terminais de ônibus em todo o estado de São Paulo. As ações estratégicas foram desencadeadas para coibir as ações de vandalismo registradas nos últimos dias contra coletivos de transporte público.
Além do monitoramento, policiais e viaturas ficarão em pontos estratégicos. Haverá apoio, também, de militares da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam) e outras unidades especializadas da Polícia Militar. A previsão é que as ações se estendam até 31 de julho.
“Nós iniciamos a operação através de mapeamento e análise criminal dos locais de maiores incidência, então nós começamos a alocar os ativos operacionais das várias modalidades de policiamento justamente para isso, para fazer a prevenção e também, se for o caso, a repressão imediata”, disse o coronel Carlos Henrique Lucena, coordenador operacional da PM.
Até o momento, um suspeito foi preso em flagrante após danificar seis ônibus em Diadema.
Paralelamente à operação da PM, A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), segue investigando os casos de depredações registrados nos últimos dias.
A Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber) também está envolvida nos trabalhos para monitorar se há envolvimento de criminosos em plataformas digitais.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) mantém diálogo com as empresas de transporte coletivo para monitorar e discutir estratégias de enfrentamento às ações de vandalismo.
São Paulo Estudo sobre consumo de alimentos ultraprocessados na infância busca voluntários
São Paulo Entenda por que a depressão não tratada precocemente na mãe afeta a trajetória de adolescentes
São Paulo Procon-SP alerta consumidores sobre cuidados na compra de veículos
São Paulo Clima híbrido: estado de SP registra chuva de granizo e incêndios em vegetação neste sábado (29)
São Paulo Calor intenso favorece pancadas de chuvas em São Paulo neste domingo (30), alerta Defesa Civil
São Paulo Entenda o estudo que propõe alternativa mais segura para reposição hormonal na menopausa