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Prefeito de Santos pressiona TCU sobre impactos da privatização do Porto

Em documento à presidente do Tribunal de Contas da União, Rogério Santos, prefeito de Santos, manifesta preocupação com manutenção de empregos e impacto ambiental.

23/07/2022 às 07h35
Por: Redaçâo Local Fonte: Jair Viana
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Privatização doPorto pode causar perda de postos de trabalho, além de impactos ambientais, segundo o governo local/Foto:Divulgação
Privatização doPorto pode causar perda de postos de trabalho, além de impactos ambientais, segundo o governo local/Foto:Divulgação

 O prefeito de Santos, no litoral sul de São Paulo, Rogério Santos (PSDB), embora favorável à privatização do Porto da cidade, o maior do Brasil, enviou ofício à presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes onde manifesta preocupação com a manutenção de empregos e outros impactos que a desestatização podem provocar.

 

No documento, o prefeito e inclui a solicitação para que as demandas e a realidade municipal sejam observadas pelo governo em todo processo de desestatização. Santos, lembra à presidente do tribunal dos cuidados que o processo precisa considerar como os impactos locais.

 

Segundo a Prefeitura, o objetivo do ofício é alertar o TCU sobre preocupações entre as preocupações estão a manutenção de um espaço para o funcionamento do cais público na cidade, os empregos, interesses da população e impactos sociais e ambientais no município.

 

O texto do documento aponta ainda a importância da relação Porto-Cidade, que segundo o documento não está sendo considerada. No mesmo documento, o prefeito diz que seu governo não recebeu retorno sobre seus apontamentos quanto aos impactos sobre empresas, empregos e a qualidade de vida da população.

 

Pensando na manutenção dos empregos e a operação das empresas locais que estariam em risco com o processo de desestatização, a Prefeitura defende que um cais público seja mantido, e que sejam disponibilizados berços em quantidade adequada às operações de carga por eles realizadas. Do contrário, segundo o prefeito, milhares de empregos diretos e indiretos podem deixar de existir.

 

Meio Ambiente - Outra preocupação que o documenta apresenta é sobre o leilão de um dos trechos do porto para depósito fertilizantes, próximo ao terminal de passageiros (Concais). Segundo o prefeito, a medida representa preocupação com o Meio Ambiente. Santos lembra que o armazenamento e movimentação de componentes químicos, como o nitrato de amônia, torna inviável a permanência do Concais. A sugestão do prefeito é que o terminal de fertilizantes apenas entre em operação após a transferência do Concais para a região do Valongo.

 

Infraestrutura viária - O documento ainda manifesta preocupação com a conclusão do novo acesso rodoviário à margem direita do Porto de Santos, que é de responsabilidade do governo federal. A questão foi definida recentemente como compromisso de investimento da futura Ferrovia Interna do Porto de Santos (Fips).A prefeitura ressaltou que o funcionamento de um novo terminal de grande porte, como o previsto pelo governo, aumentaria em 20% o fluxo de caminhões.

 

No dia 24 de junho, em reunião com o diretor geral da  

O prefeito de Santos, no litoral sul de São Paulo, Rogério Santos (PSDB), embora favorável à privatização do Porto da cidade, o maior do Basil, enviou ofício à presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes onde manifesta preocupação com a manutenção de empregos e outros impactos que a desestatização podem provocar.

 

No documento, o prefeito e inclui a solicitação para que as demandas e a realidade municipal sejam observadas pelo governo em todo processo de desestatização. Santos, lembra à presidente do tribunal dos cuidados que o processo precisa considerar como os impactos locais.

 

Segundo a Prefeitura, o objetivo do ofício é alertar o TCU sobre preocupações entre as preocupações estão a manutenção de um espaço para o funcionamento do cais público na cidade, os empregos, interesses da população e impactos sociais e ambientais no município.

 

O texto do documento aponta ainda a importância da relação Porto-Cidade, que segundo o documento não está sendo considerada. No mesmo documento, o prefeito diz que seu governo não recebeu retorno sobre seus apontamentos quanto aos impactos sobre empresas, empregos e a qualidade de vida da população.

 

Pensando na manutenção dos empregos e a operação das empresas locais que estariam em risco com o processo de desestatização, a Prefeitura defende que um cais público seja mantido, e que sejam disponibilizados berços em quantidade adequada às operações de carga por eles realizadas. Do contrário, segundo o prefeito, milhares de empregos diretos e indiretos podem deixar de existir.

 

Meio Ambiente - Outra preocupação que o documenta apresenta é sobre o leilão de um dos trechos do porto para depósito fertilizantes, próximo ao terminal de passageiros (Concais). Segundo o prefeito, a medida representa preocupação com o Meio Ambiente. Santos lembra que o armazenamento e movimentação de componentes químicos, como o nitrato de amônia, torna inviável a permanência do Concais. A sugestão do prefeito é que o terminal de fertilizantes apenas entre em operação após a transferência do Concais para a região do Valongo.

 

Infraestrutura viária - O documento ainda manifesta preocupação com a conclusão do novo acesso rodoviário à margem direita do Porto de Santos, que é de responsabilidade do governo federal. A questão foi definida recentemente como compromisso de investimento da futura Ferrovia Interna do Porto de Santos (Fips).

 

A prefeitura ressaltou que o funcionamento de um novo terminal de grande porte, como o previsto pelo Governo Federal, aumentaria em 20% o fluxo de caminhões.

 

Negociações - No dia 24 de junho, em reunião com o diretor geral da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq), Eduardo Nery, o prefeito já havia colocado as preocupações sobre o processo de privatização do Porto. Segundo a prefeitura,  Nery prometeu mais reuniões para ouvir as necessidades e preocupações do município. Eduardo Nery, o prefeito já havia colocado as preocupações sobre o processo de privatização do Porto. Segundo a prefeitura,  Nery prometeu mais reuniões para ouvir as necessidades e preocupações do município.

 

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