Polícia VIOLÊNCIA NA BAIXADA
Homem confessa crime bárbaro motivado por sexo; pauladas, facadas e enforcamento
Yago, preso, confessa friamente ter matado um rapaz que queria sexo com ele; o criminoso já tem passagens pela polícia
01/09/2022 06h20
Por: Redaçâo Local Fonte: Jair Viana
Yago, aceitou convite para ir à casa da vítima mas recusou sexo e praticou o crime brutal/Foto g1

Autor de um crime brutal que envolve sexo, roubo e crueldade, Yago Amâncio Da Costa, preso, confessou friamente tudo o que fez. Ele foi preso por ordem da Justiça e vai aguardar o julgamento em uma prisão de Praia Grande. O rapaz já tem vários registros policiais.  Aos policiais o rapar confirmou que matou Celso Reis Santos Rocha. Vai responder por homicídio doloso (intenção de matar)

 

Em seu depoimento, Yago contou ter esfaqueado, tentou enforcar e atacou a vítima com várias pauladas. O corpo de Celso foi encontrado no banheiro de sua casa, no Jardim Imperador, Praia Grande, litoral sul de São Paulo, com traumatismo craniano e perfurações por todo o corpo.

 

Na delegacia, Yago descreveu com detalhes e sem remorso tudo o que fez para matar a vítima. Segundo ele, Celso fez o convite para que eles fossem para sua casa. Celso teria proposto uma relação sexual ao Yago, que teria recusado e por isso expulso da casa pela vítima. Os dois começaram uma discussão, partindo para luta corporal ate que Yago iniciou uma sessão de espancamento contra Celso. Ele desferiu vários golpes com um pedaço de madeira, tentou enforcar e acabou esfaqueando a vítima até que ela morresse.

 

A identificação de Yago aconteceu através de uma foto feita na praia, onde criminoso e vítima se conheceram. Celso fez a foto de Yago na praia e enviou a amigos. Através da foto os policiais identificaram o assassino, que havia deixado impressões digitais pela casa, como na embalagem de água sanitária usada para limpar as armas do crime.

 

Depois do assassinato, Yago roubou uma bicicleta e R$ 120 da vítima. Conforme o inquérito policial, Yago tem passagem pela polícia por outros crimes e, atualmente, estava em situação de rua. O caso foi registrado como homicídio qualificado e doloso.