Depois de ser fuzilado com mais de trinta tiros, o policial civil Marcelo Gonçalves Cassola ainda teve seus cartões usados por um homem que foi preso nesta quarta-feira, 24, em Santos, usando os cartões. O policial foi morto na Baixada Santista, na segunda, 22.
Cassola era chefe do setor de investigações da Polícia Civil. Sua morte chocou a corporação. Marcelo Cassola era diretor do Sindicato dos Policiais Civis da Baixada Santista e chefe do setor de identificação do Palácio da Polícia. Este setor é responsável, entre outras coisas, pelo registro de carteira de identidade e por emitir atestado de antecedentes criminais.
O corpo do policial foi encontrado no bairro Caneleira, em santos, por volta das 21h. Segundo as primeiras informações, ao menos trinta tiros de pistola e fuzil foram disparados contra Cassola. Em apenas uma semana, segundo dados da própria Polícia, sete assassinatos foram registrados na Baixada Santista.